TESTE Após a entrega da Sala de Situação em 2025, o Corpo de Bombeiros manifestou a necessidade de evoluir a solução implantada, de modo que a plataforma passe a atuar não apenas no monitoramento de focos de incêndio, mas também como instrumento de apoio à gestão das operações no âmbito da Operação Verde Rondônia – OVR 2026. A ampliação proposta visa fortalecer o planejamento, a coordenação e o acompanhamento das ações operacionais, contribuindo para maior eficiência na resposta aos eventos de incêndios florestais.
Aperfeiçoar e expandir a ferramenta Sentinela Ambiental, ampliando sua aplicação como plataforma de apoio à gestão das operações da OVR 2026, por meio da incorporação de funcionalidades voltadas à gestão operacional, ao acompanhamento de efetivos e recursos, e à qualificação das informações utilizadas na tomada de decisão.
Evoluir a ferramenta Sentinela Ambiental, incorporando novas funcionalidades de apoio à gestão da operação no âmbito do OVR – 2026.
Ampliar o conjunto de informações associadas aos focos de calor e às operações de resposta, de modo a elevar a qualidade, a precisão e o valor analítico dos dados disponibilizados aos gestores.
Desenvolver e implementar um módulo de gestão operacional, voltado ao registro, acompanhamento e consolidação das informações relativas às operações de campo, incluindo:
gestão de efetivos empregados;
controle e disponibilidade de frota e recursos operacionais;
auxílio na melhoria da forma registro das informações operacionais, bem como os métodos de armazenamento, organização e recuperação desses dados
Aprimorar o preenchimento, a padronização e a rastreabilidade das informações operacionais, reduzindo retrabalho e aumentando a confiabilidade dos registros utilizados para relatórios, análises e prestação de contas.
Apoiar a automatização e a sistematização dos registros operacionais, possibilitando a futura geração de relatórios gerenciais e operacionais de forma mais ágil e estruturada.
Estabelecer parcerias estratégicas entre os governos estadual, municipal e federal, visando fortalecer ações integradas no enfrentamento de desafios ambientais, especialmente no monitoramento e combate às queimadas.
Promover a cooperação técnica com instituições e programas voltados à proteção ambiental, com foco no desenvolvimento, compartilhamento e uso integrado de dados, tecnologias e soluções de inteligência territorial.
É fundamental que o Corpo de Bombeiros e outra entidades envolvidas esteja disposta a colaborar e compartilhar informações de maneira eficiente;
b) Capacitação e treinamento:
Equipes de combate a incêndios, brigadistas e outros profissionais envolvidos no projeto devem receber treinamentos regulares para atualização de conhecimentos, habilidades e práticas de segurança.
c) Tecnologia e infraestrutura adequadas:
A disponibilidade de tecnologias avançadas de monitoramento, comunicação e detecção de incêndios é uma premissa fundamental para uma resposta eficiente. Além disso, a infraestrutura necessária, como estradas acessíveis e bases de operações, devem estar disponíveis.
d) Apoio governamental:
O apoio e comprometimento dos órgãos governamentais, em nível estadual e municipal, são essenciais para garantir a alocação de recursos e o respaldo necessário para implementar o projeto de forma eficaz.
e) Alinhamento da Equipe:
Considerando a complexidade do projeto e o envolvimento de múltiplos atores, é essencial que todos os membros da equipe estejam devidamente alinhados e tenham uma compreensão clara do escopo e das entregas. Para isso, serão estabelecidas rotinas de comunicação e reporte do andamento do projeto. Plano de comunicação
f) Apoio e Patrocínio Institucional:
O projeto conta com o suporte institucional e a priorização do Gabinete da SETIC, o que assegura a visibilidade e a importância da iniciativa no contexto estratégico da organização
g) Compliance e Segurança da Informação:
Todos os requisitos legais e técnicos relacionados à segurança da informação e conformidade serão atendidos, incluindo as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), de modo a garantir a proteção dos dados pessoais e institucionais envolvidos.
h) Apoio Inter Coordenadorias Setic:
Considera-se a possibilidade de necessidade de apoio da equipe técnica da CODE para subsidiar o desenvolvimento do módulo de gestão.
Descrição: Quantidade limitada de profissionais disponíveis para execução simultânea das atividades de desenvolvimento, integração e suporte, podendo impactar prazos e entregas.
Mitigação: Priorização clara do escopo; definição de entregas mínimas viáveis (MVP); planejamento incremental; avaliação de apoio pontual de outras unidades ou parceiros institucionais, quando possível.
2. Indisponibilidade ou limitação de fontes de dados
Descrição: Ausência ou limitação de fontes confiáveis de dados que permitam a integração e a automatização das informações no sistema.
Mitigação: Mapeamento prévio das fontes disponíveis; uso prioritário de bases públicas e oficiais; flexibilização do modelo para permitir inclusão gradual de novas fontes; adoção de dados manuais ou semiautomatizados quando necessário.
3. Falta de clareza quanto às prioridades do cliente
Descrição: Indefinição ou mudança frequente das prioridades do órgão demandante, gerando retrabalho e dispersão de esforços.
Mitigação: Formalização do escopo e das prioridades no TAP; validações periódicas com os pontos focais; registro formal de decisões e mudanças de escopo.
4. Escassez de recursos financeiros
Descrição: Limitação de recursos financeiros para expansão, manutenção ou evolução das funcionalidades do sistema.
Mitigação: Adoção de soluções de baixo custo ou open source; priorização de funcionalidades essenciais; busca de parcerias institucionais e programas de cooperação técnica; aproveitamento de infraestrutura já existentes.
5. Rotatividade da equipe
Descrição: Substituição frequente de membros da equipe, podendo causar perda de conhecimento e descontinuidade das atividades.
Mitigação: Documentação contínua; padronização de processos; compartilhamento de conhecimento entre a equipe; registro formal das decisões técnicas e operacionais.
6. Capacidade limitada de resposta operacional
Descrição: Limitações técnicas ou operacionais que dificultem a resposta rápida às demandas do projeto.
Mitigação: Definição de escopo realista; planejamento por fases; automação gradual; monitoramento contínuo da capacidade operacional da equipe.
7. Prazo reduzido para execução
Descrição: Tempo disponível insuficiente para implementação de todas as funcionalidades desejadas.
Mitigação: Priorização de entregas críticas; adoção de abordagem incremental; definição clara de fases e marcos; possibilidade de postergação de funcionalidades não essenciais.
8. Fluxos de trabalho pouco definidos
Descrição: Ausência de processos claros para coleta, validação e uso das informações operacionais.
Mitigação: Mapeamento e padronização dos fluxos de trabalho; validação com usuários-chave; documentação dos processos; ajustes contínuos conforme uso do sistema.
9. Baixa aceitação dos usuários finais
Descrição: Resistência dos usuários à adoção do sistema, comprometendo seu uso efetivo.
Mitigação: Envolvimento dos usuários desde a fase de concepção; capacitações; interfaces simples; comunicação clara dos benefícios; suporte inicial durante a implantação.
10. Ausência de registros operacionais
Descrição: Inexistência ou baixa qualidade dos registros necessários para alimentar o sistema e possibilitar a automatização.
Mitigação: Definição de padrões mínimos de registro; simplificação dos formulários; incentivo ao preenchimento; possibilidade de registro inicial manual com posterior automatização.
11. Mudança repentina de gestão
Descrição: Alterações na liderança ou na gestão dos órgãos envolvidos, impactando continuidade e priorização do projeto.
Mitigação: Formalização institucional do projeto; registro em instrumentos oficiais; alinhamento com múltiplos níveis hierárquicos; documentação clara dos objetivos e benefícios.
12. Alteração do cenário político
Descrição: Mudanças no contexto político-administrativo que possam afetar apoio institucional ou continuidade do projeto.
Mitigação: Alinhamento do projeto a políticas públicas permanentes; foco em benefícios institucionais; registro formal das entregas; transparência e rastreabilidade.
13 Falta de apoio de órgãos estratégicos
Descrição: Baixa adesão ou participação de órgãos que poderiam contribuir ou se beneficiar do sistema, como SEDAM e IDARON.
Mitigação: Articulação institucional; apresentação dos benefícios do sistema; convites formais à participação; inclusão gradual conforme interesse e viabilidade.
O presente projeto tem como escopo a evolução e aprimoramento da plataforma Sala de Situação, com foco no enfrentamento às queimadas, por meio do desenvolvimento, integração e consolidação de funcionalidades tecnológicas que apoiem a gestão da operação, a tomada de decisão e a coordenação institucional.
O projeto compreenderá, de forma não exaustiva:
Planejamento, coordenação e acompanhamento das atividades técnicas e institucionais necessárias à execução do projeto;
Análise e evolução do modelo de automatização de alertas, visando ao aprimoramento da qualidade, tempestividade e utilidade das informações geradas;
Levantamento, análise e integração de bases de dados relevantes ao monitoramento de focos de calor e à gestão das operações;
Desenvolvimento e implementação de um módulo de gestão operacional, no âmbito da Sala de Situação, voltado ao registro, consolidação e acompanhamento das informações das operações de campo;
Definição e padronização de fluxos de trabalho relacionados à coleta, registro e utilização das informações operacionais;
Apoio à articulação institucional e à cooperação técnica com órgãos e entidades das esferas estadual, municipal e federal, quando aplicável;
Documentação técnica e gerencial das soluções desenvolvidas, assegurando rastreabilidade e continuidade.
1. Limites do Projeto:
Aquisições de equipamentos, veículos ou insumos operacionais;
Ampliação de efetivo ou contratação de pessoal;
Desenvolvimento de soluções que extrapolem as capacidades técnicas e os recursos disponíveis no período do projeto;
Integrações com sistemas de terceiros que não disponham de acesso autorizado ou viabilidade técnica comprovada.
Uma ferramenta tecnológica aprimorada e ampliada, capaz de fornecer suporte efetivo à prevenção, monitoramento e combate a incêndios e demais crises ambientais, fortalecendo a coordenação entre os órgãos responsáveis.
2. Escopo do Produto
O produto resultante do projeto consistirá em uma plataforma tecnológica evoluída, composta por módulos integrados de monitoramento, alerta e gestão operacional, destinada ao apoio às ações de prevenção, monitoramento e resposta a ocorrências ambientais.
O produto contemplará, no mínimo:
Evolução do sistema de automatização de alertas, com incorporação de nova funcionalidade e parâmetros de apoio à gestão da operação;
Integração e consumo de múltiplas bases de dados, prioritariamente públicas e institucionais, relacionadas a focos de calor, condições ambientais e informações operacionais;
Módulo de gestão da operação, integrado à Sala de Situação, com funcionalidades para:
registro e consolidação de informações das operações;
gestão de efetivos empregados;
controle e acompanhamento de frota e recursos disponíveis;
apoio à visualização e análise das informações operacionais;
Padronização do preenchimento e da estrutura das informações, visando maior confiabilidade, rastreabilidade e possibilidade de geração de relatórios;
Arquitetura flexível e escalável, permitindo evolução futura e inclusão de novas funcionalidades conforme viabilidade técnica e institucional.
O produto não contempla, nesta fase:
Desenvolvimento de aplicativos móveis completos de uso offline;
Automatização integral de relatórios operacionais complexos;
Integração obrigatória com todas as bases de dados existentes, ficando condicionada à disponibilidade e viabilidade técnica.
3. Critérios Gerais de Aceitação
Conformidade com o escopo definido no TAP;
Funcionamento das funcionalidades priorizadas;
Registro e visualização adequada das informações de efetivos e frota;
Documentação mínima que permita uso, manutenção e evolução do produto;
O sistema deverá possibilitar o cadastro, acompanhamento e controle de efetivos empregados nas operações, permitindo a visualização de equipes alocadas por ocorrência, turno e localidade, por meio de preenchimento direto no sistema ou mediante integração e consumo de bases de dados compatíveis, desde que as informações sejam úteis à gestão operacional e à tomada de decisão.
O sistema deverá permitir o registro e a gestão da frota e dos recursos operacionais disponíveis, incluindo veículos, equipamentos e seu status (disponível, em operação, manutenção), funcionalidade própria de cadastro ou pela integração com bases de dados institucionais compatíveis, assegurando a confiabilidade e a utilidade das informações.
O sistema deverá integrar e consumir dados de múltiplas fontes institucionais e públicas, relacionadas a focos de calor e condições ambientais e operacionais, garantindo atualização periódica das informações.
O sistema deverá disponibilizar painéis e relatórios gerenciais de apoio à tomada de decisão, com indicadores operacionais e ambientais consolidados.
O sistema deverá atender aos requisitos de segurança da informação e proteção de dados, garantindo controle de acesso por perfil, rastreabilidade de ações e conformidade com normas institucionais e legislação vigente.
Limitação técnica: o desenvolvimento pode ser afetado por limitações técnicas, como a indisponibilidade de infraestrutura adequada, a incapacidade de processamento e armazenamento de dados, e a interoperabilidade com sistemas existentes. É importante identificar e mitigar essas limitações desde o início do projeto, garantindo que as soluções propostas sejam viáveis e eficazes, na prática.
Restrições de Prazo: mudanças nos cronogramas, atrasos na entrega de recursos ou imprevistos inesperados podem afetar a conclusão do projeto.
Restrição de orçamento: O projeto pode exigir a compra de hardware e software para serem incorporadas na solução. O orçamento limitado para aquisição desses componentes é uma restrição significativa.
Recursos Humanos Limitados: A equipe disponível para a execução do projeto é reduzida, o que exige uma gestão cuidadosa da carga de trabalho e das entregas. Além disso, a alta rotatividade de pessoal representa uma restrição significativa, podendo impactar a continuidade das atividades e a preservação do conhecimento ao longo do ciclo do projeto.
Restrição de orçamento: O projeto pode exigir a compra de hardware e software para serem incorporadas na solução. O orçamento limitado para aquisição desses componentes é uma restrição significativa.
¶6. Equipe (Stakeholders) e suas responsabilidades:
Valéria Rodrigues da Silva - Gerente de Projetos:
Setor - GPROJ
Responsável pelas tratativas com clientes e pela coordenação da equipe técnica, garantindo a execução do projeto conforme planejado. Suas atribuições incluem:
Gerenciar a documentação do projeto;
Identificar e resolver impedimentos;
Conduzir negociações e estabelecer parcerias;
Realizar soluções e práticas de mercado;
Acompanhar cronogramas, entregas e marcos do projeto.
Oséias Henrique – Desenvolvedor
Setor - CAGD
Responsável pelo desenvolvimento e manutenção do back-end da ferramenta, garantindo a funcionalidade, desempenho e integração do sistema.
André Honório – Desenvolvedor
Setor - CAGD
Responsável pelo desenvolvimento e manutenção da interface do sistema, assegurando usabilidade, design intuitivo e experiência do usuário.
Ronald Lázaro – Apoio
Setor - COGE
Responsável pela proposição de estratégias e iniciativas de inovação, alinhando o projeto às melhores práticas e tendências tecnológicas.